Este blog não é para meninas, é para mulheres. Crescidas.

Forever fab {de fabulous e de forties and beyond}

 

Femmes d’un certain âge, que se querem bien dans sa peau.

Que conhecem o seu gosto e o seu corpo, que não vão em modas, antes procuram apurar o seu estilo pessoal. Mulheres que sabem bem o que não querem, e gostam de explorar o que podem vir a querer.

Partilha-se aqui sobre tendências e ícones de estilo ( #wardrobeclassics ), styling, streetstyle, beleza e lifestyle, na primeira pessoa, mas também com voz neutra e um cunho muito parisienne. Saiba mais sobre o estilo pessoal deste blog e da sua autora, aqui.

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Quem somos por aqui?

JBento Eumae-11.jpgEu sou a Inês, acabada de chegar aos 40, nascida em Lisboa e pousada em Aveiro, mãe de família pragmática mas desorganizada, amantíssima de meus três meninos (filhos e marido), fundei e sou editora do Eu, Mulher (e do Eu, Mãe, especialmente dirigido a mães).

Gosto muito de mim, apesar dos meus milhares de defeitos. Gosto de cuidar de mim, mesmo que a preguiça ou o cansaço tantas vezes me vençam. Procuro trazer para a blogosfera o que vou encontrando sobre estilo, beleza e cada vez mais, como procuro sentir-me bem na minha pele, com a passagem dos anos. Adoro o estilo francês, a elegância descomplicada, despenteada, feita de peças intemporais e atitude. Persigo o mito da parisienne cuidada, descontraída mas sempre elegante, apenas gostava que a sua serenidade e elegância se refletisse um pouco que fosse na minha personalidade.

Procuro ter na minha vida (e roupeiro) apenas aquilo que me dá prazer, me faça sentir confortável e bonita.  Talvez por isso seja obcecada por procurar aquilo que mais me favoreça. Em termos de estilo, diz-me Kibbe que estou algures entre uma  flamboyant natural e uma dramatic classic – o meu marido não me classificaria melhor.

Licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra, estou na blogosfera desde 2006, quando criei o meu primeiro blog, sobre moda e beleza. Procurando um espaço mais pessoal, criei em 2009 o blog As Maravilhas da Maternidade, onde partilhei episódios da minha vida, tendências, lifestyle e sobrevivência em geral, sempre a mil, mas antes muerta que sencilla. Entretanto, em 2012, passei também a gerir social media e criei com a minha irmã a marca de brinquedos Carrossel.

A criação do Eu, Mãe e agora do Eu, Mulher é a concretização de um sonho de sempre, editar e escrever um magazine online muito pessoal, visual e franco, pensado, à minha semelhança, para a mulher urbana e trendy.

global@eumae.pt | 966667045 | Rua Clemente de Melo Sagres de Freitas, nº 20

O nosso manifesto sobre amor próprio, être bien dans sa peau:

O nosso amor maior podem ser os outros. Mas O nosso primeiro amor tem de ser nós próprias. Podemos dar a vida pelos filhos sem pestanejar, sacrificar-nos pela família todos os dias, mas o nosso primeiro amor, tem de ser nós próprias. Nós nascemos ‘eu e o meu corpo’, morremos ‘eu e o meu corpo’, não podemos fugir de nós, mesmo que nos esqueçamos de vez em quando que estamos cá. Esse amor primeiro, todos os dias tem de voltar a nós, merece ser acarinhado, tal como os maiores. O amor próprio é fundamental à nossa sobrevivência. Só assim nos aturamos (porque somos chatas de aturar!), só assim aproveitamos a vida (e não nos perdemos nos outros), só assim crescemos bem e chegamos novas a velhas.

As partilhas que eu vos faço são muito físicas, visuais, palpáveis. Partilho o que sei, o que procuro e encontro sobre moda, beleza, exercício , bem estar físico. Não tanto sobre bem estar espiritual ou intelectual, porque isso é tão íntimo, tão subjectivo, que não é algo que se possa partilhar como quem partilha App de yoga. Nós somos alma e temos corpo. O espírito e o físico são complementares, um não vale mais que o outro, ambos fazem parte de nós e fazem de nós o que somos. A nossa beleza, o estilo, o físico não são futilidades. Eu olho-me ao espelho todos os dias e quero reconhecer-me, quero gostar-me, quero torcer por mim. Toca a mim fazê-lo.

O amor próprio, além de ser primeiro hoje, é o que nos vai levar ao amanhã. Eu quero chegar nova a velha. Muito velhinha. Eu quero ser forte, sentir-me bonita e ver-me amada por mim quando for bem velhinha. Não é vaidade, não é querer parecer mais nova, é querer me ver bonita, forte, inteira. Por fora, por dentro.

Quem diz que cuidarmos de nós é vaidade, é futilidade, não se valoriza, nao se ama. Verdadeiramente. Apenas quem gosta muito de si é que vai atrás, é que luta por si. Mas basta começar. Cada passo que damos por nós dá-nos mais força para os seguintes. Por isso vejo muitas mulheres que desdenhavam do físico valorizarem tanto quando finalmente lutam por si.

Foto: Joana Bento

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