Ter um nutricionista que nos faça uns planos alimentares todos catitas e nos faça uns gráficos ainda mais catitas com o registo da nossa evolução é muito bom, sim senhora. Nada como termos a nossa dieta, evolução e sucesso validado com o carimbo de qualidade de um profissional da alimentação.

No entanto, não seja a falta desse profissional ou de qualquer outro especializado um motivo para não agarrarmos a nossa alimentação com as nossas próprias mãos.

Não precisamos de adoptar uma dieta específica, não precisamos de fazer grandes planos e malabarismos. Eu garanto, mas GARANTO, que se seguir estes 10 mandamentos religiosamente – e o difícil é segui-los religiosamente! – vai atingir o seu peso ideal, ter muito mais energia, sentir-se lindamente na sua pele, de dentro para fora.

Ter validação externa é muito seguro e confortável, mas nós sabemos por nós o que nos faz bem. Aqui ficam os mandamentos, que eu tento seguir todos os dias, uns com mais sucesso do que outros…

Simples, não é? Sabemos tudo isto perfeitamente, e sabemos tão bem como nos faria bem, o quanto nos sentiríamos melhor com estes mandamentos seguidos religiosamente, mas o pior é por em prática…

Aqui ficam alguns apontamentos a estes mandamentos:

1 – Cortar com todo o açúcar (excepto frutose) – incluindo mel, fujo de todos os açúcares de rótulos e “…oses” da vida, excepto em chocolates e sobremesas em restaurantes, são o meu calcanhar de Aquiles. E fruta, claro, boa fruta sazonal e local. De preferência de Portugal, o mais longe que vou é França. Em casa, os únicos doces que fazemos no ano inteiro são os bolos de anos dos miúdos, de resto, têm os avós para dar doces. Eu trago os meus em jeito de contrabando…

2 – Consumir gorduras boas – azeite, óleo de coco, na cozinha, os de frutos secos, sementes também

3 – Cortar com hidratos de carbono refinados (massas, trigo, arroz branco, milho) – o que menos me custou e mais resultados me mostra – não consumo arroz (excepto nos avós), pasta só ao fim de semana, batata apenas doce e muito pouco, nada de trigo, nem milho, nem pão (só não resisto a torradas em casa dos meus pais…). Por falar em cortar alimentos, também cortei o leite, apenas consumo queijo e pouco.

4 – Consumir 1,5 a 2 litros de água por dia – em água, chá, caldo de sopa…

5 – Consumir o máximo possível de legumes e verduras verdes – cada vez mais, a começar na sopa sem batata e carregada de legumes, religiosamente.

6 – Comer carnes magras – também consumo alguma carne vermelha, biológica, barrosã ou alentejana, em quantidades pequenas.

7 – Reduzir o tamanho das porções – não comer um prato demasiado cheio, nem que seja recorrendo ao truque do prato de sobremesa. Comer moderadamente também me deixa abertura para indulgências, pois não faz mal comer um ☝🏻 docinho, um salgadinho, se for apenas um.

8 – Controlar o stress e dormir bem – tão difícil, mas dormir bem e fazer exercício contribuem imenso para reduzir os meus níveis de stress. Eu não preciso de dormir muitas horas, mas tenho de dormir, claro.

9 – Fazer exercício físico – obcecada por yoga ginasticado, adoro!!

10 – Limão fresco em água morna em jejum – o Mandamento que mais religiosamente sigo, não vivo sem. Também não vivo sem o meu chá verde e ervas, os superalimentos que ponho na minha papa verde.

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